Ressuscitar é para os fortes. A vitória é para os fortes, mesmo que antes haja sofrimento e suor de sangue.
Jesus em seu calvário sentiu a sombra do medo, mas não desistiu de sua missão. Sendo obediente, fez a vontade do Pai, mesmo que essa vontade lhe trouxesse dor.
Diante dessa verdade, resta-me apenas reconhecer minha pequenez, minha fragilidade, rasgando minhas vestes e despejando toda a minha realidade diante dele.
Será que seria eu sincera se escondesse tudo o que sinto para o meu Senhor, se ele é Deus e sabe tudo e tudo pode?
Reconhecer-me pecadora, a última das últimas, só assim para poder sentir a sua transformação em minha vida.
É assim que desejo ressuscitar no dia de hoje: pedindo perdão, rasgando o meu coração, pedindo sua mão para que eu possa me levantar e seguir.
Neste dia dos pais ficamos sem o papai o dia inteiro, pois estava trabalhando. Mas o dia foi corrido para nós que ficamos. pela manhã, fomos à missa. depois, almoçamos na vovó Gorete e só depois que voltamos para casa para concluir o presente do papai
Mulher gosta de flores, sim, mesmo aquelas sem frescura Mulher gosta de abraço, de carinho de um homem que possa protegê-la do homem certo
de olhar profundo de gestos delicados de mãos fortes de andar de mãos dadas
da verdade da fidelidade do companheirismo e cumplicidade do respeito
Mulher gosta de amar de se doar de cuidar Sim, ela gosta de falar mas também de fazer e acontecer
Mulher gosta de ouvir a dor do outro Guardar os segredos e decifrar os mistérios do coração Curar com seu abraço Amar, mesmo no cansaço E, mesmo que prefira odiar, derramar-se num sentimento oposto de perdão Gosta de sentir compaixão ela é puro sentimento
Mulher gosta de homens fortes sinceros honestos inteligentes
As más paixões, as mentiras, o orgulho, a criminalidade, a internet do mal... Isso tudo está presente em nosso meio. Como, nos dias de hoje, conseguir realmente ser cristão?
Como dar testemunho com a vida do que você diz ser?
Aprendemos que cristão é um outro Cristo. Não somente um seguidor, mas sim sê-lo de verdade.
Seguir os ensinamentos de Jesus não é algo fácil, principalmente no mundo contemporâneo. É preciso coragem para ser como Jesus.
Ser cristão é não ter medo de denunciar, pois Jesus também assim o fez, quando encarava de frente os poderosos de sua época e os sacerdotes, que se diziam os mensageiros de Deus, incorruptíveis.
Ser cristão é se manter numa postura ética diante da sociedade. É propagar a verdadeira Igreja de Jesus, mas sem desfazer-se dos irmãos afastados, pois Ele também disse:
"Se não estão contra nós, são a nosso favor"
Não é apenas falar, é viver, é ser. Dar a sua vida pelos irmãos. É votar certo. É ser compassivo. É dar a outra face. Será que alguém tem a coragem de ceder?
Ser cristão é amar incondicionalmente o irmão e respeitá-lo, independentemente se faz parte ou não da sua "tribo". Ser cristão independe de grupos. Lembremos da passagem bíblica onde uns se dizem de Paulo, outros de Pedro e, nesse momento se chama a atenção para que não haja a divisão porque o centro, a razão, a meta, o começo e o fim é Jesus. Ser cristão é fazer a sua parte e ter misericórdia para com aqueles que ainda não descobriram, não acharam o caminho. E será que estamos dispostos a carregar a cruz? Cristão sem cruz não pode ser cristão. Vida abençoada sim, mas vida sem dificuldades é propaganda enganosa, pois a provação acontece para todos aqueles que são servos.
Esse é um assunto muito complexo. Não é fácil mesmo ser um outro Cristo. Mas na nossa pequenez, façamos tudo o que for possível para seguir com verdade, com amor, sem buscar aplausos, sem se exaltar, sem alardes, mas com serenidade e amor, sempre amor. Pois o amor tira-nos um pouco a imperfeição.
Gosto muito da oração que proferimos na santa missa:
“Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo. Amém.”.
Ela retrata exatamente nossa realidade. Somos humanos, portanto, imperfeitos, mas somos filhos de Deus e, como herança, temos a santidade. A fé é o que nos move até o céu. O caminho é longo, iremos cair, iremos levantar e assim vamos seguindo. Por isso, precisamos ter o cuidado de não apontar o erro do outro como se não tivéssemos erro também. Mas concordo que precisamos ajudar os irmãos a se levantar e, se possível, não deixá-lo cair. É difícil, porque nós mesmos não temos esse poder, mas quando a gente tem alguém ao lado para nos amparar fica mais fácil.
"Que eu não seja motivo de queda para o irmão"
Ser cristão também ainda é dar a vida pelo próprio Jesus. Cristão será morto por não negar sua fé em Cristo. Assista:
O que é necessário para ser feliz como verdadeiro cristão?
Bem, fica uma dica aqui através da canção do Pe. Zezinho:
Amar como Jesus amou
Um dia uma criança me parou / olhou-me nos meus olhos a sorrir Caneta e papel na sua mão / tarefa escolar para cumprir E perguntou no meio de um sorriso / o que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou / sonhar como Jesus sonhou Pensar como Jesus pensou / viver como Jesus viveu Sentir o que Jesus sentia / sorrir como Jesus sorria E ao chegar ao fim do dia / eu sei que eu dormiria muito mais feliz
Ouvindo o que eu falei ela me olhou / e disse que era lindo o que eu falei Pediu que eu dissesse, por favor / mas não falasse tudo de uma vez E perguntou de novo num sorriso / o que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou...
Depois que eu terminei de repetir / seus olhos não saíram do papel Toquei no seu rostinho a sorrir / pedi que ao transmitir fosse fiel E ela deu-me um beijo demorado / e ao meu lado foi dizendo assim
O disco independente “minha sede” traz canções de vários estilos. As letras são de autoria da cantora, de seu esposo e de mais dois amigos, e conta com a participação do Pe. Edson Rodrigues que, além de exercer seu ministério sacerdotal, é professor e cantor já com vários discos gravados. Há também uma participação de seu grande amigo e parceiro de composição: Rennan Barros na música 'folha seca'. Com um estilo bem eclético, Michelle Dias procura atingir o maior número de corações com músicas de oração, reflexão e ritmos variados como soul, axé e música eletrônica. “Acredito que a mistura de ritmos enriquece nosso carisma e nos eleva a vários estados, por isso faz tão bem a nossa alma”, diz. Suas letras nos levam a lutar contra o preconceito, falam sobre entrega, adoração, cura, Espírito Santo, louvor, denúncia e fazem uma homenagem a Maria.
Biografia Musical
No ano de 1996, Michelle Dias iniciava seus trabalhos missionários na cidade de Arcoverde, interior de Pernambuco. Com 15 anos, entrou num grupo com a espiritualidade do meio popular, chamado Juba, e com aqueles jovens percorria as cidades da região. Devido à sua timidez, os coordenadores do grupo só descobriram mais tarde seu talento para a música. Foi lá onde também participou de diversos trabalhos em outras modalidades das artes como, por exemplo, a dança e o teatro. Foi um tempo muito rico de aprendizado e entrega. “Momento em que descobri uma nova visão das coisas de Deus e me apaixonei por Jesus”, revela. Então, cantou no coral e depois dessa fase, surgiu uma nova equipe de música onde ela e outros amigos permaneceram. Nessa oportunidade pôde mostrar mais claramente sua voz.
Por motivo de sua forte inclinação para a música, procurou a filarmônica da cidade e iniciou aulas de teclado, partitura e clarinete e ainda participou de várias apresentações como instrumentista.
Alguns anos depois, ela e alguns amigos sentiram um forte chamado para iniciar um novo ministério de música. E a convite do pároco, começaram a auxiliar nas missas e novenas radiadas do Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro surgindo, portanto, o Ministério de Música Mater Dei. Houve um período em que precisou deixar de cantar para tocar teclado. Para Michelle, foi um tempo difícil, pois a sua missão falava mais fortemente pelo canto, no entanto, pela obediência ao pároco, ela mudou de função. Após algum tempo, os integrantes do grupo perceberam que havia uma necessidade maior de evangelização através da música numa comunidade mais afastada do centro. Lá não havia ministério, então decidiram se mudar ocorrendo, consequentemente, a mudança de paróquia. Nasceu também a partir dessa missão um grupo composto de muitos jovens, grupo este que foi primordial para a juventude daquela comunidade.
Também recebeu um chamado para participar da Banda Cristo Rei, que já tinha um cd gravado, onde também fez muitas apresentações por todo o estado. Após alguns anos servindo, precisou deixar sua família, seu ministério e seus amigos, partindo para São Bernardo do Campo, em São Paulo. Era maio de 2005. Ao chegar teve que, mais uma vez, ficar sem exercer a missão. Foi a segunda vez que ficou sem cantar nesses anos de serviço. E, depois do “deserto” de quase dois anos, voltou fortalecida, mais madura e desejosa de se lançar como cantora solo.
Retomou suas atividades em março de 2007 e tudo começou a acontecer. Seu esposo, Jefferson Amaral, é músico baixista e a acompanha nessa estrada. Foi dele, dos familiares e também dos amigos que veio o incentivo de gravar um disco.
Com esse apoio pra lá de positivo, apesar de se sentir pequena, ela rezou bastante e colocou nas mãos do Senhor o projeto e, em maio de 2007, entrou em estúdio.